Terapia de Casal

Porque é tão difícil se relacionar ? Porque é tão difícil um casal ser amigo um do outro e manter um relacionamento harmonioso por toda a vida? Se apaixonar é tão fácil para muitos. Por que é tão difícil terminar um relacionamento quando não se quer mais? Tantas discussões, lágrimas, medos; culpas… Como saber quando reconstruir, recomeçar ou terminar um relacionamento?

Ajustar-se a alguém é uma grande arte. Duas pessoas significam dois mundos diferentes e quando dois mundos se aproximam, uma colisão está sujeita a acontecer se não houver uma busca constante para respeitar essas diferenças e aprender a dar e receber amor e prazer.

A Terapia de Casal indicada para namorados, noivos e casados é a Especialidade que facilita este processo de aprendizagem, favorecendo uma interação harmoniosa, a comunicação, a aceitação e o respeito referentes às diferenças de hábitos, opiniões, pensamentos e desejos e ensina uma forma madura de se relacionar.

E da forma que trabalho, primeiramente ajudo cada indivíduo a entender, aprender a lidar e resolver as próprias feridas de infância: de abandono, rejeição, sufocamento, desconfiança, vergonha e culpa que projeta nos relacionamentos adultos, acarretando em atitudes que desgastam o relacionamento afetivo e/ou sexual, depois cada membro do casal terá condições de estabelecer um diálogo de qualidade um com o outro, falando de si próprio e não mais culpando o outro por não viver a vida como gostaria, assumindo suas responsabilidades e buscando ter atitudes, dando o melhor para si mesmo e no relacionamento.

Algumas das principais queixas dos casais são:

– Dificuldades ou falta de comunicação desencadeadas por diferenças de opiniões, religião, hábitos, interesses, divergências de preferências e freqüência sexual e contínuas concessões);
– Insatisfações afetivas, sentindo falta de carinho, atenção e a presença do parceiro(a);
– Ciúmes, desconfiança, insegurança, controle obsessivo, cobrança, exigências, reclamações constantes;
– Transtorno sexual em um dos parceiros ou em ambos;
– Dificuldades em conciliar o relacionamento com o nascimento e criação de filhos;
– Dedicação obsessiva no trabalho, na casa, com os filhos e atividades gerais, acarretando na ausência física e/ou emocional do parceiro;
– Estresse do trabalho ou em serviços domésticos e criação dos filhos e crises financeiras;
– Diferenças sócio-culturais entre os parceiros;
– Mudanças abruptas, perdas, luto, doenças em geral, alcoolismo e demais vícios;
– Interferência da família ou a dificuldade de um ou dos dois parceiros em se relacionar com a família do outro;
– Transtornos Psicossomáticos como: diabetes, hipertensão, câncer, gastrite, obesidade, problemas cardiológicos, dermatológicos, hormonais e outros, além de transtornos emocionais como a: depressão, ansiedade, nervosismo, fobia, etc…
– Dificuldades em reconstruir ou terminar a relação quando um não quer mais ou a relação é doentia;
– Processo de separação já instalado, onde um culpa o outro e se sente culpado com ou sem filhos.

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