AFINAL, O QUE É TERAPIA SEXUAL E PRA QUEM É INDICADA?

AFINAL, O QUE É TERAPIA SEXUAL E PRA QUEM É INDICADA?

 

Caros leitores, tenho recebido muitas dúvidas sobre Terapia Sexual, suas funções como ela pode ajudar. Sei que é um assunto muito delicado, um verdadeiro tabu para a grande maioria das pessoas. Mas deixe seus paradigmas de lado e encare os fatos:
 “PRECISAMOS FALAR DE SEXO”.

Não sinto desejo pelo meu parceiro. Não consigo atingir o orgasmo. Quando tenho relações ejaculo muito rapidamente, às vezes me acontece de ejacular até antes da penetração. Tenho ereção, mas quando chega o momento da penetração, desaparece. O que está acontecendo comigo? O que posso fazer?

A maioria das pessoas ignora completamente o seu potencial de prazer e de amor, espera aí, nós somos capazes de fazer amor com mais frequência, com mais tempo de duração, de prazer e com mais sensualidade do que estamos colocando em prática. Por não termos conhecimentos suficientes sobre isto, muitas relações sexuais (na maioria das vezes) acabam sendo rápidas demais, rotineiras e deixam muitas vezes uma sensação de vazio no final. Mas por quê?

A Terapia Sexual e a Co-dependência trazem respostas competentes sobre essas e outras questões.

São especialistas em auxiliar o despertar deste potencial reprimido, rompendo com velhos padrões de crenças, valores e hábitos que estão limitando a vida sexual e afetiva, orientando indivíduos e casais a elevar o nível de prazer, aumentando a capacidade de dar e receber amor com prazer por mais tempo, além de aprofundar a intimidade verbal, afetiva e sexual com o(a) parceiro(a).

Onde existe amor não cabe a culpa, a dor ou a frustração.

De maneira específica, é indicado ainda para homens e mulheres de todas as idades que apresentam transtornos sexuais como:
– Disfunção Erétil, mais conhecido como “impotência”: dificuldade em obter e/ou manter a ereção;
– Ejaculação Precoce: tendência em ejacular muito rapidamente, às vezes sem sensação orgásmica;
– Ejaculação Retardada – com tendência dela demorar demais para acontecer;
– Anejaculação: falta ou dificuldade em ejacular durante o ato sexual;
– Anorgasmia Masculina: dificuldade ou falta de sensação orgásmica no coito, mesmo sem ejaculação;
– Anorgasmia Feminina: dificuldade ou falta de sensação orgásmica;
– Inibição ou total falta de desejo sexual Feminino ou Masculino: falta ou diminuição da motivação e interesse para a busca de sexo;
– Vaginismo: dificuldade ou sensação de incapacidade de permitir a penetração;
– Dispareunia: dor e incômodo com a penetração;
– Comportamento sexual compulsivo: sexo e/ou masturbação feitos em número exagerados de vezes, prejudicando outras áreas da vida da pessoa e/ou associado à ansiedade;
– Incompatibilidade sexual entre o casal: dificuldade em conseguir um entrosamento sexual em relação à frequência e preferências sexuais;
– Transtorno da Maturação Sexual – quando há incerteza quanto à sua orientação sexual (homo, hétero ou bissexual);
– Orientação Sexual Egodistônica – quando não existe dúvida quanto à identidade sexual, porém esta vai contra à sua vontade e causa sofrimento.

Bom pessoal é sempre uma enorme satisfação dividir conhecimento com vocês. Continuem mandando dúvidas, questionamentos ou situações que exijam um olhar mais criterioso e vamos construindo um relacionamento melhor para todos. As dores mentais são graves e mais comuns do imaginamos e a melhor forma de aliviar essa dor é compartilhando. Espero vocês no próximo texto. Até mais amados.

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